

Parece que os principais países que fabricam produtos de extremo desejo, como USA e Japão, ainda possuem um certo preconceito com o Brasil, seja pela demora de lançamentos de um produto aqui ou mesmo pelo fato de não haver o lançamento de produtos limitados em nosso país. Casos como Iphone, DVD's extendidos, cinema etc já me cansaram. Um exemplo disso vai para o cult tênis da Nike Hyperdunk McFly, uma imitação bem legal do tênis usado por Martin McFly no filme "de volta para o futuro 2". Esse tênis (que era limitado lá nos "states") parece que não chegará mesmo aqui no BR.
E o pior de tudo isso, é que alguns blogs e fóruns idiotas, ao invés de criticarem atitudes como essas dos fabricantes, apenas ficam falando mal dos produtos, no caso do Nike McFly, que não possui o cadarço automático, blá blá blá etc, é claro que não idiotas burros, o tênis é mais uma brincadeira (rentável claro) cult com os fãs do filme, e não uma réplica do tênis.
Quanto maior a ignorância do povo brasileiro, mais rápido ficaremos excluídos.
Nike Hyperdunk McFly Vs negação ao Brasil
Maíra BBB9 em vídeo caseiro

Vídeo ultra-picante, de Maíra do BBB9, com seu ex-namorado.
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Interceptei em de graça e mais gostoso
Será que o oscar finalmente vem?
O Brasil continua na disputa por uma vaga entre os concorrentes ao Oscar 2008 de melhor filme estrangeiro. O ano em que meus pais saíram de férias, filme do cineasta Cao Hamburger, foi escolhido como um dos nove finalistas às cinco vagas que vão para a cerimônia do mais importante prêmio do cinema mundial, no dia 24 de fevereiro. A relação final será anunciada na próxima terça-feira.
Além de O ano em que meus pais saíram de férias, a lista mistura filmes de cineastas consagrados – Denys Arcand (A era da inocência, Canadá), Giuseppe Tornatore (A desconhecida, Itália), Andrzej Wajda (Katyn, Polônia) e Nikita Mikhalkov (12, Rússia) – com obras de nomes praticamente desconhecidos dos brasileiros – Stefan Ruzowitzky (The counterfeiters, Áustria), Joseph Cedar (Beaufort, Israel), Sergei Bodrov (Mongol, Cazaquistão) e Srdan Golubovic (The trap, Sérvia).
Ficaram para trás, entre os 63 possíveis candidatos, favoritos como o romeno 4 meses, 3 semanas e 2 dias, de Cristian Mungiu, e o francês Persépolis, de Marjane Satrapi e Vincent Paronnaud, ambos premiados no Festival de Cannes de 2007.
Caso O ano em que meus pais saíram de férias consiga a indicação, será a quinta vez que o Brasil vai disputar a estatueta de filme estrangeiro no Oscar. As outras foram com Central do Brasil (1998), O que é isso, companheiro? (1997), O quatrilho (1994) e O pagador de promessas (1962). Mas a vitória nunca veio.
Nem parecia se tratar de uma segunda-feira de manhã. Pontualmente às 9h, esbanjando simpatia e bom humor, Will Smith desceu de sua suíte no Copacabana Palace para atender aos fotógrafos, que o aguardavam no saguão do hotel. Foram dez minutos de cliques do ator e suas mil poses. Depois, foi a hora de encarar os repórteres.
Ao chamarem o diretor Francis Lawrence e o roteirista Akiva Goldsman, era Smith que dava gritos e aplausos. Quando chamaram o seu nome, não só os jornalistas aplaudiram, como ele mesmo comemorou: “Estou muito feliz por estar no Brasil.”
Will Smith, que desembarcou no Rio de Janeiro neste domingo, 13, veio ao país divulgar o seu novo filme, “Eu Sou a Lenda”, no qual vive um cientista que poderia ser o último homem vivo da Terra e que tenta sobreviver ao vírus mortal que se espalhou pelo planeta. No longa, o ator contracena com a atriz brasileira Alice Braga, que vive a também sobrevivente Anna.





